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LA TRAVIATA
Música
Última ocorrência:
// 05 de Abril de 2013
// Coliseu do Porto
// Porto
// Não gratuito
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 // LA TRAVIATA
DESCRIÇÃOLa Traviata é uma ópera em três actos de Giuseppe Verdi com texto em italiano de Francesco Maria Piave, baseado na novela La Dame aux Camélias (A Dama das Camélias) de Alexandre Dumas filho. Estreou a 16 de Março de 1853 noTeatro La Fenice, em Veneza.

Sinopse

Acto I

Um salão na casa parisiense de Violetta

Após um prelúdio sugerindo um estado de espírito de tragédia iminente, a cena revela uma festa alegre e sofisticada. Violetta cumprimenta os convidados retardatários, inclusive Flora e o seu acompanhante, o Marquês d´Obigny. Um outro amigo, Gaston, apresenta-a a um recém-chegado, Alfredo Germont. Gaston diz a Violetta que Alfredo só pensa nela e, recentemente, enquanto ela estava doente, procurava notícias sobre o seu estado todos os dias. Tocada por tal preocupação, Violetta observa a seu protector da época, o Barão Douphol. Isso era mais do que ele tinha feito.

Violetta junta-se a Gaston para persuadir o relutante Alfredo a entreter o grupo com uma canção. O tenor brinda os presentes com o ´Brindisi´ (Libiamo ne´lieti calici), um elogio ao vinho e ao prazer, acompanhado por Violetta e restantes convidados.

Violetta propõe que se desloquem ao salão de baile. Entretanto sofre um desmaio ao sair e permanece na sala para recuperar-se. Alfredo também fica para trás e percebe os espasmos de tosse de Violetta, avisando-a que o seu estilo de vida actual lhe pode ser fatal. O jovem  declara o seu amor e descreve os seus sentimentos desde que a viu pela primeira vez, um ano antes. Violetta responde que é incapaz de amar. Dá-lhe uma flor e diz-lhe para voltar quando a flor murchar. Alfredo toma isso como um significado para o dia seguinte e parte alegremente.

Já sozinha, a cortesã pensa no que disse Alfredo. Revela então que deseja amar e ser amada, mas retoma o seu espírito despreocupado (Sempre libra). A voz de Alfredo, à distância, causa-lhe novamente uma hesitação momentânea, mas ela rapidamente põe tais pensamentos de lado.

Acto II

Cena 1: Uma casa de campo perto de Paris

Alfredo passa três meses de idílio com Violetta e pensa no seu amor. De uma conversa com a criada Annina, Alfredo fica a saber que o preço da felicidade deles é a venda das propriedades de Violetta. Decide ganhar dinheiro, recuperar a sua honra (Cabaletta: O mio rimorso) e parte para Paris.

Violetta entra e é-lhe entregue uma mensagem. Diz à criada para deixar entrar um cavalheiro que é esperado para tratar de negócios. Lê a mensagem: um convite para uma festa em casa de Flora naquela noite. Deita o convite fora. Um visitante é anunciado - não o homem esperado, mas o pai de Alfredo.

O velho Germont acusa Violetta de arruinar o seu filho, mas é surpreendido quando esta prova que é seu o dinheiro que sustenta. Embora impressionado pela dignidade e beleza de Violetta, Germont pede-lhe que deixe Alfredo para não colocar em risco o casamento próximo da sua filha, a irmã de Alfredo. Germont reforça as suas alegações com censuras morais e Violetta, finalmente, concorda em fazer o sacrifício que lhe é pedido. Em prantos pede que Germont a abrace como uma filha também e que, um dia, explique tudo a Alfredo.

Sozinha, Violetta rabisca uma mensagem, presumidamente para o Barão Douphol e pede que Annina a entregue. Inicia então uma outra mensagem para Alfredo, mas é interrompida pelo retorno do amante. Este está intrigado, mas mais preocupado com a notícia de que o seu pai pretende visitá-los. Pede que Violetta conheça o seu pai porque acredita que ao conhece-la vai aceita-la sem reservas. Violetta, já em desespero, procura refúgio no amor de Alfredo (Amami, Alfredo…). No final sai a correr.

Alguns momentos depois, um criado traz uma carta de despedida a Alfredo. O velho Germont volta e tenta confortar o desespero do filho, implorando-lhe para voltar ao lar na Provença mas o confuso Alfredo, ao encontrar o convite de Flora, começa a pensar na vingança contra Violetta.



Cena 2: O salão de Flora em Paris

Os convidados começam a entreter-se com mexericos e jogos na festa de Flora. A amiga da cortesã e o Dr. Grenvil ficam surpresos ao saber pelo marquês d´Obigny que Violetta e Alfredo se separaram e que o Barão Douphol vai acompanhar Violetta à festa. Os convidados divertem-se com um grupo de mulheres fantasiadas de ciganas que fingem ler a sorte. De seguida, Gaston e alguns amigos vestidos como toureiros fazem um número para os presentes.

Alfredo chega e junta-se a uma mesa de jogo, seguido de perto por Violetta com o Barão. O jovem vence vários jogos. Os seus comentários em voz alta sobre a sua sorte nas cartas e o azar no amor provocam o Barão que o desafia para um jogo. O Barão perde e propõe a revanche para mais tarde. Ambos seguem os outros convidados em direcção à ceia.

Violetta entra novamente, muito agitada. Enviou uma mensagem para que Alfredo a encontre. Quando este chega, ela implora-lhe para partir antes que aconteça uma contenda com o Barão. Alfredo concorda, com a condição que ela o siga, mas Violetta, lembrando-se da sua promessa ao velho Germont, responde que não pode segui-lo e deixa que Alfredo pense que agora prefere o Barão. Mais tarde, já com todos os convidados presentes, Alfredo lança o dinheiro da vitória no jogo sobre Violetta, pedindo aos convidados que testemunhem o pagamento dos serviços por ela prestados.

Os presentes censuram Alfredo e o seu pai (que tinha entrado sem ser notado) repreende o filho pelo seu comportamento. Num finale preparado, todos expressam as suas reações: Violetta expressa o seu desespero, Alfredo o seu remorso, Germont a sua piedade, pois percebe que o amor de Violetta é verdadeiro, o Barão as suas intenções de vingar o insulto sofrido e os outros convidados expressam a sua preocupação com Violetta.

Acto III

O quarto de Violetta

Um prelúdio pungente indica que Violetta morre de tuberculose. Está acamada, sendo atendida pela fiel Annina e sendo cuidada pelo Dr. Grenvil. O médico tenta animá-la mas admite à criada, ao sair, que Violetta tem apenas algumas horas de vida. Ao escutar Annina dizer que é Carnaval, a enferma envia-a para dar aos pobres a metade de todo o dinheiro que lhe resta. Ao ver-se sozinha lê a carta que recebeu de Germont explicando que Alfredo agora já sabe do seu sacrifício e que virá pedir-lhe o seu perdão. Com tristeza Violetta suspira por ser tarde demais. Despede-se dos sonhos do passado e implora o perdão dos Céus.

Escutam-se os sons do Carnaval do lado de fora, e Annina corre para preparar a sua senhora para uma visita. É Alfredo, que implora o seu perdão. Esquecendo-se da sua condição grave, os dois planeiam uma nova vida juntos longe de Paris. No entanto, Violetta já quase não tem forças. Alfredo envia Annina para procurar o médico. A cortesã percebe que nada a pode ajudar. Numa explosão, protesta contra o seu destino de morrer tão jovem. Alfredo junta-se a ela no seu pranto.

Annina volta com o Dr. Grenvil e Germont, que dá a Violetta sua bênção. Esta pede que Alfredo leve o medalhão que contém o seu retrato: se ele um dia casar o medalhão será para a sua esposa, de alguém que estará no paraíso, rezando por ambos. Os outros manifestam a sua pena e Violetta repentinamente sente que sua dor cessou. Ela tenta voltar à vida mais uma vez, mas cai, morta.

Personagens e Interpretes
Violetta Valéry -  Cristiana Oliveira (soprano)
Alfredo Germont -  Giacomo Patti (tenor)
Giorgio Germont - Andrij Shkurban(barítono)
Flora -  Sonia Bouzada (mezzo-soprano)
Barão Douphol - Atahualpa Hernandez (baixo)
Gastone - Samuel Vieira (tenor)
Annina - Sofia de Castro (soprano)
Dottore Grenville - João de Oliveira (baixo)
Marquês d´Obigny - Alberto Silveira (baixo)
Jardineiro - Atahualpa Hernandez (baixo)
Giuseppe - Hernâni Zão (tenor)
Comissário – Ricardo Torres
Eleonora Paterniti, encenação
José Ferreira Lobo, direcção musical
Orquestra do Norte
Coro da Orquestra do Norte
LOCALColiseu do Porto
MORADARua de Passos Manuel, 137
DISTRITOPorto
HORARIO21:30
CUSTOCadeira de Orquestra € 30,00
1 Plateia € 25,00
2 Plateia € 20,00
Tribuna € 25,00
Camarote 1ª € 20,00
Balcão Popular € 15,00
Galeria € 10,00
Descontos não acumuláveis:

20% Amigos do Coliseu

20% Amigos da Orquestra do Norte

10% Maiores de 65 anos

10% Estudantes

10% Família (mais de 4 pessoas)

30% Temporada de Ópera 2013

Preços de 10 a 30 €
Duração prevista: 2h30 com intervalo
Classificação etária: M/3

Outros Postos de Venda
Ticketline | Fnac | Agência Abreu | Worten | El Corte Inglês | Dolce Vita

Info/Reservas -223394940| Informações Úteis
DIVULGADOROrquestra do Norte
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