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“A VERGONHA”, BASEADA NA OBRA “AS MÃOS D...
Teatro
Última ocorrência:
// 10 de Novembro de 2007
// Theatro Club
// Braga
// Gratuito
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Novembro de 2007
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 // “A VERGONHA”, BASEADA NA OBRA “AS MÃOS DE ABRAÃ ZACUT”, DE LUÍS DE STTAU MONTEIRO
DESCRIÇÃOSINOPSE:
Nesta peça, de acordo com as palavras do próprio dramaturgo, o objectivo é alertar as consciências para o drama das perseguições às minorias étnicas, cometidas pelas sociedades ou classes historicamente e politicamente fechadas.
Abordar o tema dos judeus e seus prosseguidores Nazis é apenas um mero pretexto, já que o nazismo com toda a sua violência permanece em muitas ideologias tidas por humanistas.
Pretendeu o autor, ao escrever esta peça, que os espectadores não fujam mentalmente às suas responsabilidades, pelo facto da acção decorrer em tal local ou em determinado ano e nós ao representá-la queremos avivar a memória colectiva para os receios do autor.


Pesquisa e Encenação - Arnaldo Sousa.
Assistente de encenação - Rita Gonçalves
Guarda-roupa - Carla Lima e Raquel Lima.

Interpretação:
Ruth Goldenstein - Luísa Ribeiro
Madalena - Andreia Portela
Marta Fustenberg - Marcela Barbosa
David Levi - Preciosa Dias
Jacob Aurer - Patrícia Araújo
Samuel Goldenstein - Manuel Lima
Abraão Zacut - Vicente Vieira
Max Cohen - Pedro Oliveira
Moisés Levi - Avelino Silva




Biografia de Luís de Sttau Monteiro
Luís Infante de Lacerda Sttau Monteiro nasceu no dia 03/04/1926 em Lisboa e faleceu no dia 23/07/1993 na mesma cidade. Partiu para Londres com dez anos de idade, acompanhando o pai que exercia as funções de embaixador de Portugal. Regressa a Portugal em 1943, no momento em que o pai é demitido do cargo por Salazar. Licenciou-se em Direito em Lisboa, exercendo a advocacia por pouco tempo. Parte novamente para Londres, tornando-se condutor de Fórmula 2. Regressa a Portugal e colabora em várias publicações, destacando-se a revista Almanaque e o suplemento "A Mosca" do Diário de Lisboa, e cria a secção Guidinha no mesmo jornal. Em 1961, publicou a peça de teatro Felizmente Há Luar, distinguida com o Grande Prémio de Teatro, tendo sido proibida pela censura a sua representação. Só viria a ser representada em 1978 no Teatro Nacional. Foram vendidos 160 mil exemplares da peça, resultando num êxito estrondoso. Foi preso em 1967 pela Pide após a publicação das peças de teatro A Guerra Santa e A Estátua, sátiras que criticavam a ditadura e a guerra colonial. Em 1971, com Artur Ramos, adaptou ao teatro o romance de Eça de Queirós A Relíquia, representada no Teatro Maria Matos. Escreveu o romance inédito Agarra o Verão, Guida, Agarra o Verão, adaptada como novela televisiva em 1982 com o título Chuva na Areia.
Obras – Ficção: Um Homem não Chora (romance, 1960), Angústia para o Jantar (romance, 1961), E se for Rapariga Chama-se Custódia (novela, 1966). Teatro: Felizmente Há Luar (1961), Todos os Anos, pela Primavera (1963), Auto da Barca do Motor fora da Borda (1966), A Guerra Santa (1967), A Estátua (1967), As Mãos de Abraão Zacut (1968)

LOCALTheatro Club
MORADALg. António Lopes
DISTRITOBraga
E-MAILtheatro.club@cm-povoadelanhoso.pt
HORARIO21:00
CUSTOGratuito
DIVULGADORTheatro Club
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