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SÉTIMO CÉU
Teatro
Última ocorrência:
// 22 de Fevereiro de 2009
// TEATRO MUNICIPAL MIRITA CASIMIRO
// Lisboa
// Não gratuito
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 // SÉTIMO CÉU
DESCRIÇÃOO Primeiro Acto desenvolve-se em África, numa colónia britânica da época vitoriana. Apesar dos ecos que indicam as primeiras lutas dos nativos pela autodeterminação, uma família colonial vive o seu dia-a-dia num ambiente de aparente normalidade.
Clive, o homem branco, impõe os seus ideais à família e aos indígenas: a Betty, sua mulher (interpretada por um actor, porque ela quer ser o que os homens querem que ela seja); a Joshua, o criado preto (interpretado por um branco pela mesma razão); a Edward, o seu filho de oito anos a quem tenta impor um comportamento masculino (e por isso interpretado por uma mulher).
Estabelecendo um paralelismo entre opressão colonial e opressão sexual, Caryl Churchill faz com que Betty, “a esposa submissa”, se atire literalmente ao melhor amigo do seu marido, Harry. Este, um homossexual não assumido, tem relações sexuais com o criado e desperta e em Edward, o filho de Clive, as suas pulsões homossexuais.
Ellen, a governanta, revela que a sua devoção pela patroa não é uma questão de obrigação contratual, mas de atracção erótica. Clive, que tem uma relação secreta com Miss Saunders (a viúva independente) esforça-se por manter o mundo tal como quer continuar a vê-lo.
E é assim que o primeiro acto termina: com uma festa de casamento. Só que os noivos são: o amigo homossexual e a governanta lésbica. E o pacífico criado preto aponta uma arma a Clive, enquanto o pano cai.

No Segundo Acto, saltamos cem anos embora nos seja pedido aceitar a convenção de que as personagens que vimos no Primeiro Acto só tenham envelhecido cinte e cinco. A acção desenrola-se num parque em Londres. Betty (agora interpretado por uma actriz) é uma mulher de meia-idade. Libertou-se do marido opressivo e está em pleno processo de divórcio. A filha, Vitória, (que no Primeiro Acto era representada por uma boneca) é casada com Martin, o protótipo do marido “liberal”. O filho Edward (agora interpretado por um actor) é um “gay” que vive com o namorado, Gerry, uma relação dolorosa.

Mantendo essencialmente as mesmas personagens, colocadas ostensivamente num mundo diferente, Caryl Churchill demonstra-nos como, acabada a repressão política e os tabus sexuais, a mentalidade subjacente à estrutura familiar pouco se alterou.
LOCALTEATRO MUNICIPAL MIRITA CASIMIRO
MORADAAv. Fausto Figueiredo (Cruzeiro-Monte Estoril)
DISTRITOLisboa
E-MAILemulheres.oficina@gmail.com
WEBSITEhttp://www.escolademulheres.com
HORARIO21:30
CUSTOBilhete normal: 12.50
Descontos: 7.50 (menores de 25 e maiores 65 anos)
DIVULGADORESCOLA DE MULHERES - Oficina de Teatro, Lda.
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