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“O ACTO DOS REGISTOS NA PRIMEIRA PESSOA:...
Palestra e Outra
Última ocorrência:
// 25 de Abril de 2009
// MAC - Museu de Arte Contemporânea de Serralves
// Porto
// Gratuito
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Abril de 2009
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 // “O ACTO DOS REGISTOS NA PRIMEIRA PESSOA: O QUE DOCUMENTAM?”
DESCRIÇÃOBiblioteca de Serralves
25 Abr, 18h30
Mesa-redonda
“O acto dos registos na primeira pessoa: o que documentam?”
Oradores: Valter Hugo Mãe e Silvestre Lacerda
Moderadora: Vera Borges
Entrada gratuita

Perspectiva-se equacionar os mecanismos accionados pelo autor dos registos, assim como as suas motivações e intenções. Porquê registar na primeira pessoa? Com que suporte? Em escrita, fotografia, quadro, som, imagem? Os registos são perspectivados como potencialmente utilizáveis por outrem? Com que objectivos? Qual o olhar do utilizador de tais registos sobre o seu autor? Como estabelecer a relação autor/utilizador dos registos na primeira pessoa?

Valter Hugo Mãe nasceu em Angola, Saurimo, em 1971. Passou a infância em Paços de Ferreira e vive em Vila do Conde desde 1981. Licenciado em Direito e pós-graduado em Literatura Portuguesa Moderna e Contemporânea, escreveu três romances: o apocalipse dos trabalhadores (Quidnovi, 2008); o remorso de baltazar serapião (Quidnovi, 2006 e Prémio José Saramago); o nosso reino (Temas & Debates, 2004). A sua poesia está reunida no volume folclore íntimo (Edições Cosmorama, 2008). Sobre a sua obra: A meta física do corpo, sobre a poesia de valter hugo mãe, seguido de uma antologia, de Rui Lage (Edições Cosmorama, 2006). Director da nova revista Zdrada,
para poesia traduzida, cujo primeiro número sai em meados de 2009. Mais informações sobre o autor: www.valterhugomae.com.
No Ciclo DOCUMENTE-SE!, Valter Hugo Mãe apresenta-nos a comunicação O espanto de estar vivo. Nas palavras do autor: “O registo é um modo de dotar um determinado espaço de uma certa fracção de tempo. É pegar num momento e colocálo sob albergue de um espaço, às vezes simplesmente a memória, de modo a que possamos voltar a ele quando quisermos. Os meus registos são assim: o tempo todo junto em gavetas como se ocorresse em simultâneo tão incrivelmente. Passa claramente por esse «espanto de estar vivo» (José Gomes Ferreira) e pela necessidade de que a vida se reúna à nossa volta, se preserve, não acabe tão depressa ou não se esqueça, porque, ainda enquanto o corpo respira, muitos de nós, e tantas coisas que quisemos guardar, já se perderam para sempre, sem registo, sem mais tempo em nenhum espaço.”

Silvestre Lacerda é Director-geral de Arquivos e do Arquivo Nacional da Torre do Tombo, membro do EBNA – European Board of National Archives e do EAG - European Archival Group, junto da Comissão Europeia. É ainda primeiro vogal do Conselho Directivo da ALA – Associação Latino-Americana de Arquivos e Vice-Presidente da Universidade Popular do Porto.
No DOCUMENTE-SE!, Silvestre Lacerda propõe-nos uma reflexão intitulada Quem pensa que é? = Who do you think you are?. A partir do conceito de arquivo e da noção de documento, pretende-se chamar a atenção para a dimensão também identitária dos registos arquivísticos e fotográficos e o seu papel crucial como forma de preservação da memória individual e colectiva.

Vera Borges é socióloga e investigadora do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa.


O Ciclo DOCUMENTE-SE! prossegue em 2009, mantendo uma estrutura semelhante à da primeira edição em  2008 mas com um novo mote: Registos na primeira pessoa.

A iniciativa concretiza uma parceria entre o Departamento de Sociologia e o Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (DS-FLUP e IS-FLUP), o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-ISCTE) e o Serviço de Artes Performativas da Fundação de Serralves, e revela uma reflexão crítica sobre as sociedades contemporâneas, em estreita articulação com uma heterogeneidade de formas de expressão artística.

Nesta segunda edição, o DOCUMENTE-SE! é enformado por um debate mais focalizado. Trata-se de propor uma reflexão acerca dos Registos na primeira pessoa: documentar o social a partir de registos assumidamente pessoais, e perspectivar o olhar dos sujeitos sobre as suas práticas, vivências e opções de vida. Estes olhares, necessariamente distintos, constituem um contributo precioso para compreender o social pelo enfoque singular. O indivíduo adquire a centralidade no registo, quer como objecto de interesse, quer como criador da representação. O actor social documenta-se pelo documento que recria. Propõe-se promover um conjunto de reflexões artísticas e científicas sobre os usos, as estéticas, as especificidades e as formas dos Registos na primeira pessoa.


Esta actividade pertence ao ciclo CICLO DOCUMENTE-SE! REGISTOS NA PRIMEIRA PESSOA

Fundação de Serralves
LOCALMAC - Museu de Arte Contemporânea de Serralves
MORADARua D. João de Castro, 210
DISTRITOPorto
E-MAILserralves@serralves.pt
WEBSITEhttp://www.serralves.pt/actividades/detalhes.php?id=1573
HORARIO18:30
CUSTOGratuito
DIVULGADORLeinadF
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