RedeCultural
INSCREVER
PESQUISAR
TOP DIVULGADORES
PERGUNTAR
CONVIDAR
E-MAIL
PASSWORD
Inscreva-se gratuitamente na RedeCultural para receber uma newsleter semanal personalizada e/ou divulgar eventos culturais.
Quanto mais rede,
mais cultural.
“REGISTOS NA 1.ª PESSOA. NADA DO QUE DIS...
Teatro e Outra
Última ocorrência:
// 25 de Abril de 2009
// MAC - Museu de Arte Contemporânea de Serralves
// Porto
// Custo desconhecido
<< REGRESSAR À LISTA DE EVENTOS ANTERIOR <<
Calendário com as ocorrências deste evento (marcadas a cor-de-rosa):
Abril de 2009
01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30
 // “REGISTOS NA 1.ª PESSOA. NADA DO QUE DISSEMOS ATÉ AGORA TEVE A VER COMIGO.
DESCRIÇÃOSala Multiusos - Museu de Serralves
25 Abr, 22h00
Improvisação
“Registos na 1.ª pessoa. Nada do que dissemos até agora teve a ver comigo".
Direcção artística: Rita Natálio
Interpretação: António Júlio, Nuno Lucas, Cláudio da Silva

Nada do que dissemos até agora teve a ver comigo é um projecto de improvisação dirigido por Rita Natálio para três performers. Usando como referência um conjunto de testemunhos recolhidos previamente do exterior através de entrevistas, encontros, apropriações espontâneas, etc., é um projecto que procura reflectir sobre fenómenos de construção/narração identitária através de registos na 1.ª pessoa. O resultado final é uma improvisação com o tempo real das histórias de vida - monólogo a três vozes, linha de montagem de ideias ou concerto de experiências faladas do mundo.

Rita Natálio nasceu em Lisboa em 1983. Da sua formação académica, destaca a formação em História na Universidade Nova de Lisboa e Artes do Espectáculo
Coreográfico na Universidade de Paris VIII (com o apoio da Fundação Calouste
Gulbenkian no âmbito do Programa de Apoio à Dança 2006). Como intérprete, realizou o Curso de Pesquisa Coreográfica do Fórum Dança 2006 (Lisboa) com Vera Mantero, João Fiadeiro, Emmanuelle Huyn e participou em vários workshops de composição e improvisação com Christian Rizzo, Loic Touzé, Armando Menicacci, entre outros. A sua actividade principal tem-se centrado na área da dramaturgia e acompanhamento de projectos artísticos e de investigação. Colaborou em Para onde vai a luz quando se apaga? (2007) e I was here (2007) de João Fiadeiro e Das coisas nascem coisas (2008) de Cláudia Dias. Trabalhou igualmente com a estrutura RE.AL criada por João Fiadeiro, na coordenação/acompanhamento de projectos de investigação e treino em torno do método de Composição em Tempo Real. Actualmente, trabalha com Vera Mantero na assistência dramatúrgica da sua nova criação para 2009 e na publicação de um livro de artista. A sua formação híbrida entre a teoria e a prática artística deu origem a algumas experiências de ensino inseridas no Programa de Estudos, Pesquisa e Criação Coreográfica do Fórum Dança 2008-09 (Lisboa). Desde 2008, começou igualmente a desenvolver o seu próprio trabalho. Colaborou com Ivo Serra em Tela (Festival Temps d’Images) e no pequeno filme Looking back into the future (Menção Honrosa FICAP). Faz ainda parte da rede internacional de artistas Sweet and Tender Collaborations (www.sweetandtender.org) onde iniciou o projecto Nada do que dissemos até agora teve a ver comigo.

António Júlio estudou Teatro na Academia Contemporânea do Espectáculo, curso de Interpretação e Escultura na Faculdade de Belas Artes do Porto. É intérprete de Teatro e Dança desde 1999, tendo trabalhado com Joana Providência, Nuno Cardoso, João Paulo Costa, na Cia Circolando, Kuniaki Ida, Meg Stuart, Rogério de Carvalho, Francisco Alves, André Guedes, entre outros. Dirigiu o grupo de teatro da  Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto entre 2004 e 2008, é professor de Interpretação na Academia Contemporânea do Espectáculo e faz parte da equipa de trabalho de Mugatxoan desde 2007. O seu trabalho como criador situa-se entre o teatro, a dança e a performance. Das suas criações mais recentes destaca Recuperados, para o TUP (Porto, 2009) Boots and Breath para a Companhia Instável (Espace des Arts, Chalon sur Saône, 2008), Eunice (Teatro do Campo Alegre, Porto, 2007) e 200gr (Mugatxoan / Arteleku, San Sebastian / Fundação Serralves, Porto, 2006).

Cláudio da Silva, licenciado em Línguas Estrangeiras Aplicadas, concluiu o bacharelato de Estudos Teatrais na Escola Superior de Teatro e Cinema. Trabalhou com o Teatro Praga em O Canto do Noitibó, a partir de Al Berto, Spanksgiving Day, O Desejo Agarrado Pelo Rabo de Pablo Picasso. Interpretou Pompeia de Miguel Loureiro, Existência de João Fiadeiro, Corpo de Baile de Miguel Pereira, Teatro Fantasma de Carla Bolito e Cláudio da Silva, O³ por O³, Gata Borralheira de Robert Walser, enc. de Ricardo Aibéo, Companhia de Caçadores de Fernando Sousa, enc. de Mário Trigo pelo Teatro Focus, Correspondência a Três, enc. de Inês de Medeiros, A Morte de Danton na Garagem, enc. de Carlos Pessoa pelo Teatro da Garagem e Tanto Amor Desperdiçado de William Shakespeare, enc. de Emmanuel Demarcy-Mota. Na APA participou em Regras de Atracção, Uma Laranja Mecânica e Aos Peixes, encs. de Manuel Wiborg, e co-encenou com Manuel Wiborg Debaixo da Cidade. Nos Artistas Unidos participou em Ruído de Joaquim Horta, À Espera de Godot de Samuel Beckett, enc. de João Fiadeiro, O Navio dos Negros de Jorge Silva Melo, Falta de Sarah Kane e Os Irmão Geboers de Arne Sierens, encs. Jorge Silva Melo, O Meu Blackie de Arne Sierens, enc. Cláudio da Silva, e O Nosso Hóspede de Joe Orton, enc. Manuel João Águas. Em cinema participou em Aparelho Voador a Baixa Altitude e A Filha De Solveig Njordlund, Venus Velvet e O Capacete Dourado de Jorge Cramez, Os Cowboys da António Maria Cardoso e de José Nogueira Pinto e Glamour de Luís Galvão Telles. Em televisão participou nas séries Inspector Max e Liberdade 21.

Nuno Lucas nasceu em Portugal. Actualmente reside em Berlim. Trabalha como
coreógrafo e performer. Começou a revelar aptidão para a comédia aos cinco anos. Imitava figuras públicas, personagens típicas, cantores e vozes de animais. Entre 1989 e 1991 viveu na ilha da Madeira onde iniciou os seus estudos de música (bandolim, guitarra acústica, eléctrica e voz). Durante toda a escolaridade, participou em peças de teatro amador, bailados e concertos. Em 1998 vai viver para Lisboa e finaliza a licenciatura em Economia na Universidade Nova de Lisboa. Em Maio de 2001 participou no seu primeiro workshop de dança e nesse mesmo ano estreou-se como intérprete com o coreógrafo Miguel Pereira no Teatro Nacional D. Maria II. Em 2003 é convidado por João Fiadeiro para conceber os seus primeiros esboços coreográficos no LAB10. Posteriormente, foi co-autor e performer com Cláudio da Silva e Martim Pedroso em Weekend (2006). A solo criou What can be shown cannot be said (2007). Em colaboração com Hermann Heisig concebeu e interpretou Pongo Land (2008). Apresentou os seus trabalhos em Portugal, França, Alemanha e Suíça. Trabalhou com inúmeros artistas destacando a sua participação como performer com Miguel Pereira, Mário Afonso e Nir de Volff. Na sua formação foram determinantes os cursos de pesquisa e criação coreográfica no Fórum Dança e no ex.e.r.ce no Centro Coreográfico Nacional de Montpellier, sob a direcção de Mathilde Monnier e Xavier le Roy, onde foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.


O Ciclo DOCUMENTE-SE! prossegue em 2009, mantendo uma estrutura semelhante à da primeira edição em  2008 mas com um novo mote: Registos na primeira pessoa.

A iniciativa concretiza uma parceria entre o Departamento de Sociologia e o Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (DS-FLUP e IS-FLUP), o Centro de Investigação e Estudos de Sociologia (CIES-ISCTE) e o Serviço de Artes Performativas da Fundação de Serralves, e revela uma reflexão crítica sobre as sociedades contemporâneas, em estreita articulação com uma heterogeneidade de formas de expressão artística.

Nesta segunda edição, o DOCUMENTE-SE! é enformado por um debate mais focalizado. Trata-se de propor uma reflexão acerca dos Registos na primeira pessoa: documentar o social a partir de registos assumidamente pessoais, e perspectivar o olhar dos sujeitos sobre as suas práticas, vivências e opções de vida. Estes olhares, necessariamente distintos, constituem um contributo precioso para compreender o social pelo enfoque singular. O indivíduo adquire a centralidade no registo, quer como objecto de interesse, quer como criador da representação. O actor social documenta-se pelo documento que recria. Propõe-se promover um conjunto de reflexões artísticas e científicas sobre os usos, as estéticas, as especificidades e as formas dos Registos na primeira pessoa.


Esta actividade pertence ao ciclo CICLO DOCUMENTE-SE! REGISTOS NA PRIMEIRA PESSOA

Fundação de Serralves
LOCALMAC - Museu de Arte Contemporânea de Serralves
MORADARua D. João de Castro, 210
DISTRITOPorto
E-MAILserralves@serralves.pt
WEBSITEhttp://www.serralves.pt/actividades/detalhes.php?id=1573
HORARIO22:00
CUSTOCusto desconhecido
DIVULGADORLeinadF
>> DENUNCIAR ESTE EVENTO OU AVISAR QUE ESTES DADOS NÃO ESTÃO CORRECTOS <<
>> PARTILHAR ESTE EVENTO NO FACEBOOK >>
<< REGRESSAR À LISTA DE EVENTOS ANTERIOR <<
 // PRÓXIMOS EVENTOS RELACIONADOS
FAMILIAS ARGILOSAS
Workshop
// 08 de Outubro de 2017
// Museu do Vinho do pOrto
// Porto
// Não gratuito
Bibliofeira