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ESTREIA ABSOLUTA | UNTITLED, STILL LIFE ...
Dança
Última ocorrência:
// 17 de Outubro de 2009
// ZDB - Zé dos Bois
// Lisboa
// Gratuito
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Calendário com as ocorrências deste evento (marcadas a cor-de-rosa):
Outubro de 2009
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 // ESTREIA ABSOLUTA | UNTITLED, STILL LIFE DE ANA BORRALHO & JOÃO GALANTE EM COLABORAÇÃO COM RUI CATALÃO | 15, 16 E 17 OUTUBRO NA ZDB
DESCRIÇÃO
Untitled, Still Life

nova criação de Ana Borralho & João Galante, em colaboração com Rui Catalão


dias 15 e 16 de Outubro [21h30]
dia 17 de Outubro  [19h00 e 21h30]

ZDB - Galeria Zé dos Bois
Rua da Barroca 59, Lisboa

Lotação limitada e sujeita a marcação.

Bilhetes e Reservas:
reservas: 21.343 02 05
reservas@zedosbois.org
www.zedosbois.org

Conceito: Ana Borralho, João Galante e Rui Catalão
Direcção Artística: Ana Borralho & João Galante
Dramaturgia: Rui Catalão
Co-criação: Ana Borralho, Cláudio da Silva, João Galante, Rui Catalão, Yingmei Duan
Colaboradores: Antonia Buresi, Francisca Santos, Maria Lemos, Mónica Samões, Yann Gibert
Dispositivo cénico: Ana Borralho, João Galante, Rui Catalão
Som: João Galante
Produção executiva: Ana Borralho, Mónica Samões

Uma produção casaBranca | Co-Produção Útero, DeVIR/CaPa Centro de Artes Performativas do Algarve | Apoio Atelier RE.AL, Grande Cena, Galeria Zé dos Bois | Agradecimentos Alaíde Costa, Ana André, Alexander Jenkins, Claudia Nunes, David-Alexandre Guéniot, Duarte Catarre, Fernando Ribeiro, Helena Flor, João Fiadeiro, José Pelicano, Margarida Mestre, Marie Mignot, Melro, Miguel Pereira, Nuno Catarre, Patricia Almeida, Patricia Caballero, Rodrigo, Sofia Campos, Tatiana, Vasco Célio, Vasco Vidigal

Projecto financiado por MC/DGartes




Em Untitled, Stil Life, saber quem somos e  o que fazemos implica aceitar de onde vimos. Partilhamos influências e referências. Inspiramo-nos em artistas com quem trabalhámos e outros houve de quem apenas fomos seus espectadores. Deparamo-nos com interesses e ambições próprias – algumas delas enunciadas por quem nos antecedeu e cujo trabalho desconhecíamos.
O ponto de partida para este projecto era fazer uma ponte entre a História do Futuro do Padre António Vieira e as rupturas levadas a cabo pela geração de coreógrafos portugueses que surgiu nos anos 90. Fizemos um levantamento de cenas, momentos de peças que nos marcaram, processos de trabalho.  Abordámos tabus sexuais, regressámos à exposição do corpo e fomos surpreendidos pelo facto dos nossos corpos poderem servir de empréstimo a um desejo de ruptura projectado por terceiros. Uma frase, pixada na parede de um restaurante, serviu-nos de mote: “dança como se ninguém estivesse a ver-te”. Objectivando a nossa presença, a nossa nudez, o nosso estar perante o outro, incluímos a fotografia, ou melhor ainda, a pose fotográfica e com ela uma certa de ideia de realidade legada ao futuro.

As imagens no tempo, as imagens através do tempo, inspiram histórias. Sentimo-las, a essas imagens fixas, a produzirem matéria para criar sentidos, narrativas. E no entanto não sentimos estar a produzir ou a viver uma história.

Sucederam-se estados de espírito, atmosferas, reminiscências mais ou menos sentimentais de um espaço doméstico que nos é familiar, ou por ter sido vivido, ou por estarmos a vivê-lo, ou por o termos herdado do consumo de música, de filmes, de peças, de livros. E mesmo assim resistimos a criar história, ou a revivê-la. Queríamos antes, e queremos ainda, estabelecer um espaço a partilhar e a ser inscrito pelo público que há-de vir.

Apercebemo-nos então de que o único adereço de cena com que vínhamos trabalhando – um sofá – era ele próprio um marco a definir presenças e ausências: quem ficava, quem esperava, quem partia, quem voltava. Os nossos corpos inscreviam-se no tempo. Conferiam-lhe uma textura.

Um espaço doméstico, um contexto de privacidade, uma impressão de intimidade. Essa textura pouco dizia da nossa identidade e das nossas histórias e narrativas, fossem elas verdadeiras ou ficcionais. Essa textura, fotografada, apenas isolava e fixava um momento: não se tratava de nós, mas de alguém naquele tempo, com as suas nuances, atmosferas, estados de alma, que revelam menos sobre a psicologia do modelo do que sobre a do observador – e que na pintura do séc. XIX se convencionou chamar “figuras de fantasia”.        

Rui Catalão  
LOCALZDB - Zé dos Bois
MORADARua da Barroca 59
Bairro Alto
DISTRITOLisboa
CUSTOGratuito
DIVULGADORMiriam vale
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