 |
|
 |
 |
|
|
|
 |
|
 |
|
|
| | |
| | 1851 locais!
9044 eventos!
1188491 visualizações! | | |
| | |
|
|
| | |
| | Inscreva-se gratuitamente na RedeCultural para receber uma newsleter semanal personalizada e/ou divulgar eventos culturais. | | |
| | |
|
|
|
| |  | |  |
| AY CARMELA! |
| Teatro |
| Primeira ocorrência registada: |
| // 12 de Maio de 2010 |
| // Cine Teatro Avenida de Castelo Branco |
| // (Castelo Branco) |
| // Custo desconhecido |
 |
|
| Clicke num dos dias a cor-de-rosa, para ver mais detalhes. | |
|
|
| Maio de 2010 |
| 01 |
02 |
03 |
04 |
05 |
06 |
07 |
08 |
09 |
10 |
11 |
12 |
13 |
14 |
15 |
16 |
17 |
18 |
19 |
20 |
21 |
22 |
23 |
24 |
25 |
26 |
27 |
28 |
29 |
30 |
31 |
| |
|
| // AY CARMELA! |
|
|
| CATEGORIA(S) | | | Teatro | | |
|
| DESCRIÇÃO | | | O Teatro das Beiras apresenta o espectáculo “Ay Carmela!”, encenação de Gil Salgueiro Nave e interpretação de Fernando Landeira e Sónia Botelho. “Ay, Carmela!”, é hoje um texto teatral que ganhou foros de referência obrigatória quando tratamos de abordar a criação dramatúrgica dos finais do Séc. XX. Com edições traduzidas para inúmeros idiomas (alemão, francês, grego, inglês, sueco, turco, entre outros), este texto tem dado origem a um conjunto indistinto de criações teatrais um pouco por todo o mundo.
Situando a acção num contexto de confronto de carácter político e ideológico, num momento particularmente difícil para a história da humanidade, “Ay, Carmela!”, propõe-nos uma reflexão sobre questões e temas absolutamente intemporais.
A condição da arte e dos seus protagonistas perante as circunstâncias envolventes do poder. A ética dos valores não discricionários, a cultura democrática das sociedades contemporâneas, os movimentos sociais, têm em “Ay, Carmela!”, um desafio à memória como exercício de fecunda aprendizagem.
Perdidos numa noite de nevoeiro e fome, dois anónimos “artistas de variedades”, caem em território “inimigo”. Aí, em troca da “liberdade”, são obrigados a apresentar o seu espectáculo às tropas vencedoras e aos prisioneiros vencidos. Que fazer à representação para “sobreviver” em tão díspar plateia? Como resistir ou ceder sem abalar a dignidade?
José Sanchis Sinisterra na indagação pelos territórios obscuros da teatralidade, dos seus limites e fronteiras, organiza um “material cénico” desafiador da sensibilidade e inteligência dos espectadores.
Peça para maiores de 16 anos.
Duração: 135 minutos com intervalo.
Encenação e tradução: Gil Salgueiro Nave | Interpretação: Fernando Landeira e Sónia Botelho | Cenografia e Figurinos: Luís Mouro | Desenho de Luz: Vasco Mósa | Sonoplastia: Helder Filipe Gonçalves
| | |
|
| DIVULGADOR | | | Teatro das Beiras | | |
| |
 |
|
 |
|
|
 |
|
|